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27 de abril de 2010

ORANDO COM A PALAVRA (Segunda Parte)

“O Senhor revogou as sentenças pronunciadas contra ti; e afastou teu inimigo. O rei de Israel, que é o Senhor, está no meio de ti; não conhecerás mais a desgraça.” (Sofonias 3, 15)

Hoje nós entendemos que as três passagens bíblicas com as quais estamos orando nestes tempos de construção e reconstrução, constituem uma verdadeira intervenção de Deus nas nossas vidas. Assim como fez com o povo de Israel que vivia no cativeiro no Egito, Deus viu a nossa aflição e ouviu os nossos clamores e vem nos ensinar que ao nos apossarmos das promessas contidas nessas passagens, ao crer na Palavra e, conduzidos pelo Espírito Santo, orar com ela, vamos ser levados à libertação e à nossa condição de filhos e filhas amados seus.

A passagem de Efésios capítulo seis, versículo dezessete, afirma que a Palavra de Deus é a espada do Espírito, a espada capaz de destruir todas as sentenças más lançadas sobre nossas vidas.

Muitas vezes, as pessoas lançam sentenças de maldição sobre nós e nossas famílias ao proferirem palavras más, ao nos julgarem e condenarem e até desejar que sejamos punidos por coisas que fizemos. Outras tantas vezes somos nós mesmos que amaldiçoamos a nossa vida ao murmurar, reclamar, dizer que para nós nada dá certo, que somos incapazes, que nascemos para sofrer e tantas coisas mais. Às vezes, de modo inconsciente, fazemos promessas más, votos íntimos que nos obrigam a eles e nos impedem de sermos felizes. Ao dizer, por exemplo, “Nunca mais serei feliz!”, “Nunca vou perdoar!” “Para mim a vida acabou!”, etc., estamos fazendo uma promessa a nós mesmos e ficamos obrigados a ela.

Todas essas palavras más caem sobre nossa vida e lá permanecem. Faz-se um silêncio, porque ninguém rebate essas palavras. O Sínodo dos Bispos sobre a Palavra, afirma que a Palavra é a voz de Deus. A Palavra é a voz que se levanta sobre esse silêncio e rebate as palavras más com Palavras de vida, Palavras que revogam sentenças, Palavras de libertação. É o próprio Senhor dos Exércitos que se levanta para nos defender. O profeta Jeremias diz: “ uando encontrei tuas Palavras alimentei-me, elas se tornaram para mim uma delícia e a alegria do coração,o modo como invocar teu nome sobre mim, Senhor dos exércitos.”

Hoje partilho com vocês como o Senhor nos levou a orar com a passagem de Sofonias 3, 14-20, essa passagem que revela a nós a promessa da revogação de sentenças e supressão da vergonha que pesa sobre nós.

Primeiro, colocamo-nos na presença de Deus em oração, olhando para a nossa vida com verdade, sem dissimulação e pedimos ao Espírito Santo para trazer à nossa memória toda palavra má que dissemos sobre nós mesmos, nossa vida, nossa família, nosso trabalho, sobre a nossa missão, nosso ministério. À medida que lembramos, vamos retirando uma a uma, pedindo perdão a Deus. Entregamos também ao Senhor toda palavra má que as outras pessoas lançaram sobre nós ou nossa família e, em seguida, proclamamos os versículos 14 e 15 sobre nós,como se fosse um decreto, e pedimos que essa Palavra, a espada do Espírito, corte e cancele toda palavra má,que as despedace, que revogue as sentenças,que nos liberte de todo o mal.

Como um segundo passo, entregamos ao Senhor todos nossos problemas emocionais: mágoa, tristeza, desânimo, angústia, medo, sentimentos de rejeição, de inferioridade, sentimento de sentir-se injustiçado, excluído, sentimento de vergonha por estar desempregado, endividado, ou pelo mau testemunho de nossa família, ou pelo nosso passado. Oramos de todo o coração ao Senhor e, depois, proclamamos sobre nossa vida os versículos 17 a 20, acreditando que a Palavra está fazendo em nós o que ela diz que fará, ou seja, suprimirá a vergonha, exterminará os opressores e realizará uma obra de restauração.

Depois de orar assim, com a Palavra, vamos iniciar um programa de, no mínimo, 30 dias de louvor, da seguinte maneira: vamos acordar um pouco antes do costume e, todas as manhãs, antes de fazer qualquer outra coisa ficaremos louvando e agradecendo ao Senhor por dez minutos,para que o primeiro movimento de nossa alma seja o louvor e o reconhecimento ao Senhor.

Façamos isso e veremos muitas sentenças serem revogadas nas nossas vidas.

Fonte: http://www.rccbrasil.org.br/artigo.php?artigo=900

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