Seguidores

29 de setembro de 2013

PARTICIPE DA CARREATA DE DIVULGAÇÃO DO V CONGRESSO PAROQUIAL



As ruas de Camocim,   vão se encher de alegria com a festiva divulgação do V Congresso Paroquial da RCC. Uma carreata com muitos carros enfeitados,  carros de som ,  além de todos os demais carros que buzinando, cantando, falando ou gritando, convidam e anunciavam o V Congresso Paroquial da RCC Camocim.  Os jovens e adultos que, andando e correndo, irão  distribuir panfletos e convidar pessoalmente nas ruas, calçadas, praças e na beira mar, por onde quer que passe a carreata.

O V Congresso Paroquial  será realizado nos dias 12 e 13 de Outubro  na Quadra do Instituto São José que contará com as presença do Padre Nilson Mota da Tv Seculo XXI e muito mais. Com  ministério da pregação aguçado,  jeito espontâneo e direto de falar,  carisma do profetismo, da verdade, do radical bíblico, eles tem sido  alavancas que levam  adiante a missão da Renovação carismática católica. Certamente, teremos muito que experimentar, como acontece em todos os momentos em que nos colocamos na presença do Senhor.

A Carreata será dia 05 de OUTUBRO,   no horário das 15h, com  Concentração na  Rua Joquim Tavora , esquina com a Independencia.
 Desde já se escreva em  nossos grupos de oração da RCC Camocim.
Queremos deixar claro que a Carreata e o Congresso não se trata de um encontro exclusivo da Renovação Carismática, mas de uma Alegria e graça que pode beneficiar diversos movimentos e pastorais de nossa Paróquia, por meio de um oportuno momento de Alegria e avivamento  espiritual. 


por titular do blog Renascer: Gessivandro Queiroz

18 de março de 2013

31 chefes de Estado, entre eles a presidente Dilma Rousseff, confirmaram presença na missa do novo pontificado.


 

Em mais um gesto simbólico do papa Francisco, a missa inaugural de terça-feira (18) terá uma série de alterações com o objetivo de deixá-la mais curta e simples. A cerimônia reunirá dezenas de milhares de fiéis e terá a participação de 31 chefes de Estado, entre eles a presidente Dilma Rousseff.


A principal mudança se refere à leitura do Evangelho, que deixará de ser lido em latim.  A leitura só será em grego, língua que simboliza da “unidade das igrejas do ocidente e do oriente”, conforme explicou nesta segunda-feira (18) o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi. Outras mudança será uma procissão mais curta e a promessa de obediência.

“O papa ama uma certa espontaneidade”, afirmou o porta-voz. Ele aconselhou os jornalistas a não se prenderem apenas ao texto da homilia que será distribuída antes por escrito, já que Francisco tem improvisado nas falas. Antes da missa Francisco passeará de papamóvel pela praça de São Pedro, para saudar os fiéis.

Desde que foi escolhido, há cinco dias, Francisco tem dado vários gestos de que fará uma papado com menos pompa e protocolo em relação a Bento 16. No dia em que foi escolhido, por exemplo, recusou a limusine para ir de ônibus da basílica aos seus aposentos, juntos com os cardeais.

Na cerimônia de amanhã, chamada oficialmente de “inauguração do ministério petrino do bispo de Roma”, 132 comitivas de países e organizações estarão presentes. Várias religiões cristãs enviaram representantes, além de muçulmanos, judeus e budistas.

Fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

Novo Papa segue ” recusa à contaminação marxista e à secularização”, afirma colunista.


LUIZ FELIPE PONDÉ, COLUNISTA DA FOLHA
A igreja deu mais uma prova de sua sabedoria histórica ao escolher Jorge Mario Bergoglio para ser o papa. Ela diz sim aos anseios de um papado não alienado dentro dos muros de uma Europa voltada para si, mas ao mesmo tempo manteve o curso da revolução conservadora de Ratzinger.
Ela significa a recusa à contaminação marxista e o expurgo de um clero mais afeito às demandas de uma sociedade secularizada.
Já na escolha do seu nome, o novo papa indica sua aproximação com um personagem dentro da história da Igreja. São Francisco (séculos 12 e 13) é conhecido como sendo um “consenso” como santo e como pessoa.
Doce e carismático, mas forte em suas convicções, são Francisco surgiu quando a sociedade medieval marchava para a urbanização e, portanto, precisava de ordens menos rurais, mais abertas ao movimento social das cidades emergentes.
(…)
Com Bergoglio, a igreja dá um passo fora do mundo europeu rico, mas ao mesmo tempo se mantém fiel à recusa da Teologia da Libertação, à esquerda da pastoral católica latino-americana. A igreja argentina foi bem impermeável à contaminação política marxista, algo que não aconteceu no Brasil, na Colômbia ou América Central.
Durante a ditadura argentina, Bergoglio nunca foi visto como simpático aos grupos de esquerda, o que lhe custou algumas antipatias.
A ordem jesuíta, da qual ele faz parte, sempre foi identificada com modos “agressivos” de aprendizagem da cultura do “outro” para fins catequéticos. Jesuítas são vistos por muitos como os “modernos da igreja”. No Oriente, chegaram a pintar Jesus com feições orientais. Ao mesmo tempo, juram fidelidade absoluta ao magistério católico e ao papa. Uma imagem de equilíbrio entre o novo e a tradição.
Outra referencia a um santo de nome Francisco importante é vista justamente em são Francisco Xavier (século 16), grande catequizador do Oriente.
O novo papa é um homem identificado com o combate aos excessos da sociedade de mercado, ao lucro desmesurado. Advoga a defesa dos pobres, mas em um espírito bíblico e não político-partidário, opção metodológica cara ao teólogo Ratzinger desde os anos 1980. E o que significa isso?
O cristianismo nasce da corrente profética hebraica marcada pela “crítica social” ao mundo do poder na antiguidade semítica.
Assim, os profetas denunciaram o acúmulo de riquezas e a indiferença dos poderosos com o sofrimento do mais pobres, dizendo que o Deus de Israel quer que as pessoas se ocupem das viúvas, dos órfãos e dos pobres, em vez de tentarem “comprar” favores de Deus via sacrifícios no templo.
Na figura carismática de Bergoglio, a igreja marca mais um ponto no combate à teologia da libertação, ao mesmo tempo em que se mostra sensível ao apelo da maioria não europeia de seus fiéis -e também permanece fiel à imagem de um cristianismo ao lado dos que sofrem.
Texto retirado de: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

13 de março de 2013

A Igreja tem um Papa missionário

Papa Francisco

Papa Francisco terá a missão fortificar e reafirmar a fé
Prof. Felipe Aquino
Prof. Felipe Aquino

Por Alessandra Borges
Da Redação


O mundo aclamou, nesta quarta-feira, 13, com grande alegria, o anúncio do 1º Papa latino-americano. O Cardeal Jorge Mario Bergoglio, agora Papa Francisco, com 76 anos, foi eleito Pontífice na 5ª votação do Conclave.
Professor Felipe Aquino esteve, durante esta tarde, no programa ‘Sucessão Papal’, na TV Canção Nova, e destacou que ter um Papa latino-americano é significativo, porque a América é o continente mais católico do mundo.
“Este novo Papa vai trazer para a América Latina um reavivamento muito grande da fé, e isso é muito importante, porque nós estamos vivendo um tempo de muitas ceitas, as quais tendem a abafar a fé católica. Mas com uma Papa latino-americano a fé católica vai ser muito reforçada. Deus vem em socorro da América Latina agora”, comentou Aquino.
O nome escolhido por Dom Bergoglio para seu pontificado foi ‘Papa Francisco’. De acordo com professor Felipe Aquino, a escolha tem referência em São Francisco Xavier, o maior evangelizador do mundo, patrono das missões e cofundador da Companhia de Jesus; também a São Francisco de Assis.
“Ele tem diante de si a missão da ‘nova evangelização’, a missão de São Francisco Xavier. Penso que para o mundo e para a Igreja o trabalho do novo Pontífice será muito importante”, disse o professor.
A missão do novo Papa será muito grande diante dos desafios que a Igreja terá de vencer, mas os católicos o acolhem de braços abertos, no mesmo gesto de oração que ele pediu durante o seu primeiro pronunciamento, na Praça de São Pedro, para milhares de fiéis.

Fonte:  http://papa.cancaonova.com/

Conheça a biografia do novo Papa

Cardeal Jorge Mario Bergoglio

Biografia

Papa Francisco, o novo pastor da Igreja Católica
Papa Francisco, o novo pastor da Igreja Católica

Cardeal Jorge Mario Bergoglio, SJ, arcebispo de Buenos Aires, Argentina, nasceu em 17 de dezembro de 1936, em Buenos Aires. Ele foi ordenado pelos jesuítas, em 13 de dezembro de 1969, durante os estudos teológicos na Faculdade de Teologia de San Miguel.
Ele era noviço-mestre em São Miguel, onde também ensinou teologia. Foi Provincial da Argentina (1973-1979) e reitor da Faculdade de Filosofia e Teologia de San Miguel (1980-1986). Depois de completar sua tese de doutorado na Alemanha, serviu como confessor e diretor espiritual em Córdoba.
Em 20 de maio de 1992, Bergoglio foi nomeado bispo titular de Auca e Auxiliar de Buenos Aires; recebeu a consagração episcopal em 27 de junho do mesmo ano.
Em 3 de junho de 1997, foi nomeado Arcebispo Coadjutor de Buenos Aires e sucedeu o Cardeal Antonio Quarracino, em 28 de fevereiro de 1998. Foi Relator-Geral Adjunto da Assembleia Ordinária da 10º Sínodo Geral dos Bispos, em outubro de 2001.
Bergoglio atuou como presidente da Conferência Episcopal da Argentina a partir de 8 de novembro de 2005 até 8 de novembro de 2011.
Criado e proclamado cardeal pelo beato João Paulo II, no Consistório de 21 de fevereiro de 2001, com o título de S. Roberto Bellarmino (Santo Roberto Belarmino).
Membro de:
- Congregações para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para o Clero, para os Institutos de Vida Consagrada e as Sociedades de Vida Apostólica;
- Conselho Pontifício para a Família;
- Pontifícia Comissão para a América Latina;

Texto retirado de: http://papa.cancaonova.com

11 de março de 2013

Primeiro dia de conclave terá duas votações.


G1

A primeira votação dos cardeais durante o conclave que irá eleger o novo Papa deve ser realizada no fim da tarde de terça-feira (12), a partir das 17h, anunciou o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, neste sábado (9).

A missa “pro eligendo pontifice”, que precede o inicio das votações, será celebra às 10h.
Os cardeais irão se transferir para a Casa Santa Marta, onde ficarão durante todo o período de votação, na manha de terça-feira (12). A ida dos cardeais acontecerá a partir das 7h. Mais tarde, às 10h, acontece a missa “pro eligendo pontifice”, que precede o início das votações. No primeiro dia de conclave, estão previstas apenas duas votações.

Segundo o Vaticano, os cardeais devem seguir às 15h45 para o palácio apostólico. Depois, às 16h30, seguirão em procissão da Capela Paulina para a Capela Sistina. Às 16h45, já na Capela Sistina, será feito o juramento, seguido do fechamento da capela e saída das pessoas que não participarão do conclave. Em seguida, começam as votações.

O cronograma prevê que os cardeais concluam os trabalhos às 19h15, retornando para a Casa Santa Marta as 19h30. Às 20h, será servido o jantar. No dia seguinte, o café da manha será servido entre 6h30 e 7h30. Às 7h45, os cardeais irão para o palácio apostólico, onde das 8h15 as 9h15 será celebrada a Santa Missa na Capela Paulina. Às 9h30, os cardeais seguem para a Capela Sistina e começa o primeiro escrutínio, como são chamadas as votações. Às 12h30 está prevista a volta para a Casa Santa Marta, com o almoço às 13h.

Durante a tarde, às 16h, eles voltam novamente para a Capela Sistina para as votações da tarde. Os trabalhos devem seguir até 19h15, como no primeiro dia. Segundo o Vaticano, serão feitas duas votações pela manhã e duas à tarde, até um dos candidatos conseguir mais de dois terços dos votos. As cédulas serão queimadas apenas uma vez por período, e espera-se que a fumaça seja expelida pela chaminé da Capela Sistina às 12h e às 19h. Também neste sábado, foi criada uma comissão de pessoas que trabalham no Vaticano para garantir que ninguém externo tenha acesso a área onde ocorrerá o conclave e a hospedagem dos cardeais. A operação para verificar e garantir essa segurança e segredo será realizada entre segunda e terça-feira.

Texto retirado de: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/

A Igreja Católica em números

O mundo conta com cerca de 1,2 bilhão de católicos, incluindo mais de 1 milhão de padres, religiosos e religiosas, segundo os últimos dados do Anuário de Estatísticas da Igreja, atualizado em 31 de dezembro de 2010. Nessa data, o número de católicos era de 1.195.671.000, um aumento total de 15.006.000 em relação ao ano anterior.

O aumento ocorreu em todos os continentes e o maior foi registrado na África, com uma alta de 6.140.000, seguida da América (+3.986.000), da Ásia (+ 3.801.000), da Europa (+ 894.000) e da Oceania (+ 185.000). O número de católicos por padre aumentou, atingindo o número de 2.900. Houve avanços em todos os continentes, à exceção da Ásia.

O número de bispos aumentou em 39, atingindo um total de 5.104, enquanto o mundo ganhou 1.643 padres em relação ao ano anterior, chegando ao total de 412.236. O número de religiosos que não são padres aumentou e chega a 54.665, enquanto houve uma queda na quantidade de religiosos, que ficou em 721.935. O número de missionários laicos em todo o mundo é de 335.502, com um aumento global de 15.276.

No âmbito da educação, a Igreja dirige em todo o mundo 70.544 escolas maternais com um total de 6.478.627 crianças; 92.847 escolas primárias para 31.151.170 alunos; 43.591 instituições secundárias para um total de 17.793.559 estudantes. Ela acompanha também 3.338.455 estudantes no ensino superior.

Os institutos de beneficência e de assistência dirigidos pela Igreja no mundo incluem, entre outros, 5.305 hospitais, sendo que a maior parte fica na América (1.694) e na África (1.150). A Igreja tem também 18.179 dispensários, principalmente na América (5.762), na África (5.312) e na Ásia (3.884), além de 547 leprosários.

Ela administra 17.223 casas de repouso para idosos, pessoas com doenças crônicas e com necessidades especiais, em sua maioria na Europa (8.021) e na América (5.650), mas também 9.882 orfanatos, sendo um terço na Ásia (3.606).

Fonte: http://noticias.terra.com.br

7 de março de 2013

Obediência - A porta da Salvação




Existe um conceito, no Evangelho, que causa muita controvérsia. Esse conceito é a Obediência.
Obediência ao Pai, a Seus Mandamentos. Aprendi, durante toda a minha vida e, principalmente, durante o meu crescimento espiritual, que a obediência serve apenas para nos ensinar a crescer, para nos ensinar a ser humildes e mansos como criancinhas, para nos ensinar que nós não sabemos tudo e que temos ainda tanto para aprender.

O Pai nos deu mandamentos para nosso bem. Se pensarmos bem, todos eles são para o nosso bem.
Sejam os  Dez Mandamentos mundialmente famosos, sejam outros revelados pessoalmente. Todos são para o nosso bem. Todos nos ajudam a discernir o que está certo do que está errado, ajudam-nos a discernir que com as nossas escolhas virão consequências que poderão ser desagradáveis, seja agora seja no futuro. 

Quando éramos crianças, nossos pais diziam "não coloques a mão na tomada senão apanhas um choque".
Como qualquer criança curiosa eu fui lá aprender duas coisas: O que era um choque e porque iria doer e, também, que era bom fazer o que os pais dizem. Se tivesse obedecido não teria sofrido pela transgressão desse mandamento de meus pais. Os Mandamentos de Deus são a mesma coisa. Eles nos impedem de sofrer pela transgressão, pela escolha errada. 

Claro que podemos dizer que a aprendizagem vem por experiências.
Claro que é só caindo que vamos aprender como nos equilibrar para andar e correr, ou seja, a experiência da queda nos ajuda a ficar de pé para não cair de novo.
Não necessitamos de experimentação para saber se é bom ou mau e se, no fundo, serve para nosso crescimento. O meu primeiro exemplo é um desses casos. Não era necessário colocar a mão na tomada para aprender a nunca colocar a mão na tomada. Fui avisado que era mau e esse conhecimento deveria bastar. Como não preciso ser atropelado por um carro para aprender a atravessar a estrada no sinal verde na passadeira, ou preciso ficar viciado em drogas para aprender que nunca devia sequer ter começado a usar.

Foi nos dado a capacidade de pensar e discernir o mundo à nossa volta.
Foi nos dada a capacidade de saber escolher e saber fazer essas escolhas baseadas em fatos, em exemplos, em Mandamentos.
Não precisamos experimentar tudo para fazer a escolha. Essa experimentação do tudo pode ser confundida com uma mera curiosidade que não é benéfica para nós. Ela pode ser simplesmente derivada do nosso Orgulho de eu é que sei e farei o que eu quiser, onde a opinião de mais experientes não interessa. Passamos todos por esta fase na adolescência, mas a quem a viva para toda a vida. 
Faz parte da nossa natureza humana ser rebelde e questionar tudo. 
Faz parte da nossa natureza espiritual ser virtuoso e sábio no uso do conhecimento.
Devemos ser sábios quando as escolhas nos são apresentadas. Se temos duas por onde escolher, não devemos tentar as duas para ver qual delas é a mais doce e qual a mais amarga. Quantos de nós não perdeu sua liberdade e felicidade porque decidiu experimentar em vez de ser obediente?

Por mais difícil que seja ser Obediente ao Pai esse será sempre o caminho certo a seguir, pois Ele não manda fazer nada sem que antes tenha preparado um caminho para ser cumprido. Esse caminho é percorrido segundo nosso entendimento, nossas escolhas e nossa Obediência a Ele. A Obediência ao Pai não nos retira o direito à decisão, pelo contrário, ela exige mais estudo, mais meditação e ponderação, exige mais de nós do que simplesmente fazer o que o mundo acha correto.

AS VIRTUDES

Já que Deus nos deu tantas coisas boas, é normal que procuremos viver dentro de Sua Lei, praticando o bem, amando a Deus e ao próximo. Para nos ajudar a bem agir, Deus nos dá uma grande ajuda, soprando dentro de nossas almas as Virtudes e os Dons do Espírito Santo.

A natureza humana é dotada de forças habituais, enraizadas, muitas vezes adquiridas pela repetição constante dos atos correspondentes. Essas forças são chamadas habitus.

 Os habitus podem ser bons ou maus. Habitus bom, chama-se VIRTUDE. Habitus mau chama-se VÍCIO. Estamos, aqui, falando da natureza, forças comuns a todos os homens, virtudes naturais. Quando, porém, é o próprio Deus quem sopra em nossas almas essas virtudes, elas já não vem da natureza  e já não são comuns a todos os homens. Elas passam a se chamar virtudes sobrenaturais ou infusas, por ter em Deus sua fonte e por ter a Deus por referência, quando praticamos os seus atos.

 Assim, uma pessoa pode ser boa por virtude natural de bondade. Esta virtude lhe trará o reconhecimento e o aplauso dos homens, mas não terá nenhum vínculo direto com sua salvação eterna. Quando, pela graça santificante, a virtude é sobrenatural, além do aplauso dos homens, ela terá o aplauso de Deus e lhe servirá para a vida eterna. Essa distinção entre ordem natural e ordem sobrenatural é muito importante.

As virtudes são, então, como que uma força habitual, que não desaparece com facilidade, que nos leva a viver retamente, praticando o bem e evitando o mal. Elas sempre acompanham a graça santificante. Nós recebemos as virtudes pela primeira vez na hora do Batismo. Depois, quando pecamos gravemente, perdemos todas aquelas jóias de Deus.Mas a Confissão, devolvendo a graça, devolve também as virtudes que tínhamos perdido pelo pecado.

Quando nós não praticamos atos de virtude, acabamos adquirindo na alma uma força má, que é o contrário da virtude. Esta força má chama-se vício. Os vícios também são muito difíceis de desaparecer da alma. Por isso é preciso muito esforço para não deixar eles entrarem na nossa alma, pois nos levam ao pecado.

Existem virtudes que nos levam a conhecer e amar a Deus, que são as virtudes teologais: a Fé, a Esperança e a Caridade; as que nos levam a agir corretamente em tudo o que fazemos, que são as virtudes cardeais: Prudência, Justiça, Força e Temperança. Cada uma dessas sete virtudes, trazem consigo outras virtudes. Por exemplo: praticando atos da virtude de Força, poderemos também agir com Coragem. Já a virtude de Temperança nos ajuda a praticar a Castidade ou ainda a Humildade. E assim por diante. Vamos estudar uma série dessas virtudes, o que nos ajudará a conhecer melhor o fundo de nossas almas, para seguir sempre o caminho do amor de Deus.

As Virtudes Teologais:
  • As Virtudes Teologais, como o nome indica, são as virtudes que nos fazem agir bem em relação a Deus. Elas são essencialmente sobrenaturais, pois, além de serem dons divinos, elas se dirigem a Deus nos seus atos. E isso deve nos levar a agradecer muito a Deus. Além de nos ajudar a praticar os atos de virtude necessários para o nosso dia a dia, Nosso Senhor nos infunde na alma virtudes tão especiais que nos levam à sua intimidade, nos devolve a imagem e semelhança divinas que perdemos pelo pecado. Vamos ver como isso se realiza.
 A Virtude da Fé

Nosso Pai Celeste revelou-nos os seus segredos divinos. Tudo o que Ele diz é verdade, pois Ele é a Verdade Eterna; Deus não pode nem se enganar nem nos enganar. Por isso devemos aceitar como verdade tudo aquilo que Deus nos revelou, sabendo com segurança que tudo é verdade, e edificar nossas vidas sobre esta base: Devemos crer em Deus.

Deus se revelou no Antigo Testamento pelos profetas. Mas, principalmente, Deus se revelou por seu próprio Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo. Somente quem conhece Jesus conhece também o Pai. Por isso devemos ouvir a palavra de Jesus Cristo, que é o Evangelho, e nas nossas orações sempre meditar e pensar na sua vida, paixão, morte e ressurreição. Foi a Santa Igreja Católica que recebeu de Deus autoridade para nos ensinar tudo aquilo que Deus nos revelou. Devemos obedecer à Igreja, seguir seus mandamentos, suas regras de vida e acreditar em tudo o que ela nos manda crer.

Não podemos crer, ou seja, praticar atos de Fé, sem a graça de Deus.  Por isso, devemos sempre pedir a graça santificante. No Batismo, o Divino Espírito Santo nos deu o dom da Fé.  A Fé é como os olhos da alma, com os quais podemos perceber, desde já, os mistérios divinos que contemplaremos face a face no céu.

A vida de Fé: Não podemos viver sempre na infância. Assim como crescemos e devemos aprender as coisas de gente grande, assim também devemos crescer na Fé e no conhecimento de Deus.  Para isso devemos estudar a santa doutrina, no catecismo, e nas leituras, conferências, ouvindo atentamente o sermão do padre. Não esqueçam que vivemos numa época em que as pessoas se acham capazes de ler qualquer coisa que lhes aparece. E vão trazendo o mal da dúvida para seus corações. Quando o padre dizia: não leia tal livro, ele sabia que a salvação eterna daquelas almas estava em perigo. E não basta crer no íntimo do coração. Devemos também professar a nossa Fé publicamente. Nunca devemos negar a Fé em Deus. Eis o que Jesus disse sobre isso: «Aquele que me confessar diante dos homens, eu o confessarei diante de meu Pai que está nos céus; mas aquele que me negar diante dos homens, a este negarei eu também diante de meu Pai».

Os Pecados contra a Fé

Pecamos contra a Fé quando deixamos ela de lado, esquecendo das coisas de Deus, ou quando a colocamos em perigo. Por exemplo:
quem raramente ou nunca vai a Missa; quem não estuda o Catecismo; quem lê livros que ensinam coisas erradas sobre Deus e sua Igreja;
peca contra a Fé, principalmente, quem admite dúvidas contra aquilo que aprendemos da Santa Igreja Católica; hoje é comum ouvir: eu sou católico, mas não acredito nesse ponto ou naquele. Há muitos que não acreditam em Adão e Eva, que não acreditam no inferno, ou no demônio. Outros não crêem mais na Presença Real de Jesus na Hóstia consagrada. Eles escolhem do dogma católico o que lhes convém. É esse  o sentido da palavra heresia: escolher, separar  por opiniões próprias. O pecado mais grave contra a Fé comete quem a renega, abandonando a Igreja Católica, passando para falsas religiões.

Quem possui a virtude da Fé?

A virtude da Fé é própria dos viajantes e peregrinos. Assim são chamados os que ainda vivem neste mundo, onde temos por obrigação trabalhar para alcançar a Pátria verdadeira, no Céu. A Fé, sendo um conhecimento obscuro de Deus, nos faz conhecer com um véu impedindo a visão total. No céu, a visão será face a face, não haverá mais véu. A visão substitui a Fé. Os santos do Paraíso não precisam mais da Fé, pois vêem a Deus tão bem quanto Ele nos vê.

Mas aqueles que escolhem alguns pontos do Depósito Sagrado e rechaçam outros não têm mais fé, deixam de ser católicos. Isso é muito sério e se explica: o fundamento da Fé não é a evidência científica das verdades reveladas, mas sim o fato de serem reveladas por Deus. É o princípio de autoridade que fundamenta a Fé. Ora, se uma pessoa nega um dos pontos que seja, está recusando a autoridade daquele que revela. Passa a aceitar os demais pontos, não porque Deus é infalível, mas  porque lhe interessa aceitar. A própria pessoa passa a ser o critério da verdade, o que faz dela seu próprio deus. E ela não é mais católica.

Vemos também que a Fé nos ajuda a praticar os três primeiros mandamentos da Lei de Deus: tendo Fé, amaremos a Deus sobre todas as coisas, nunca diremos nada contra Deus e encontraremos muitas alegrias indo à Missa aos Domingos e rezando todos os dias.
A Fé é como uma raiz da qual nascem todas as demais virtudes.

As Virtudes FÉ e HUMILDADE

No evangelho  de Lc. 7, 36-8, 3 é  apresentado Jesus que foi convidado para almoçar na casa de Simão. Quando estavam à mesa, entra uma mulher e vai diretamente a Cristo. Era uma mulher pecadora que havia na cidade. Tudo indica que ela já conhecia o Senhor, provavelmente ficara impressionada em alguma outra ocasião com as suas palavras ou com algum gesto da sua misericórdia. Hoje, grande dia, decide-se a ter um encontro pessoal com Ele. São visíveis os sinais de arrependimento e contrição: levou um vaso de alabastro de perfume, pôs-se atrás de Jesus, junto aos seus pés, chorando, e começou a banhá-los com lágrimas, e enxugava-os com os cabelos da sua cabeça, e os beijava e os ungia com o perfume. Sabemos o que se passava no seu íntimo pelas palavras que o Senhor disse: Amou muito! Mostrou que professava por Jesus uma veneração sem limites. Esqueceu-se dos outros e de si mesma; só Cristo é que lhe importava.

A fé e a humildade salvaram aquela mulher! Diz São Gregório Magno que “aquela mulher nos representou a todos os que, depois de termos pecado, nos voltamos de todo o coração para o Senhor e a imitamos no pranto da penitência”. A contrição faz com que nos esqueçamos de nós mesmos e nos aproximemos novamente de Deus; e é também demonstração de um amor profundo, que atrai a misericórdia divina sobre as nossas vidas. Os nossos piores defeitos e faltas, ainda que sejam muitos e freqüentes, não nos devem desanimar enquanto formos humildes e quisermos voltar arrependidos.

Que Deus nos faça cada vez mais ambiciosos por sermos santos, que nunca desanimemos na luta pela santidade, por alcançar o Amor de Deus. Ensinava São Josemaria Escrivá: “Neste torneio de amor, não nos devem entristecer as nossas quedas, nem mesmo as quedas graves, se recorremos a Deus com dor e bom propósito, mediante o Sacramento da Penitência (Confissão). Jesus Cristo não só se comove com a inocência e a fidelidade de João, como se enternece com o arrependimento de Pedro depois da queda. Jesus compreende a nossa debilidade e atrai-nos a si como que por um plano inclinado, desejando que saibamos insistir no esforço de subir um pouco, dia após dia. Procura-nos como procurou os discípulos de Emaús, indo ao seu encontro; como procurou Tomé e lhe mostrou as chagas abertas nas mãos e no lado, fazendo com que as tocasse com os seus dedos. Jesus Cristo está sempre à espera de que voltemos para Ele, precisamente porque conhece a nossa fraqueza” (É Cristo que passa, nº. 75).

Simão foi deselegante com Jesus! Não foi hospitaleiro. Não lhe ofereceu água para lavar os pés; não lhe deu o ósculo da paz; não lhe ungiu a cabeça com perfume. A mulher, no entanto, fez muito mais: lavou-lhe os pés, enxugou-os com os seus cabelos e não parava de beijá-los.

Simão não se deu conta das suas faltas, como também não é consciente de que, senão cometeu mais pecados e mais graves, foi pela misericórdia divina, que o preservou do mal. Comenta Santo Agostinho: “Ama pouco aquele que é perdoado em pouco. Tu, que dizes não ter cometido muitos pecados, por que não os cometeste? Sem dúvida porque Deus te conduziu pela mão. Não há nenhum pecado cometido por um homem que não possa ser cometido para outro, se Deus, que fez o homem, não o sustenta com a sua mão”.

Não podemos esquecer a realidade das nossas faltas, nem atribuí-las ao ambiente, às circunstâncias que nos rodeiam, ou admiti-las como algo inevitável, desculpando-nos e fugindo da responsabilidade. Se assim comportássemos, fecharíamos as portas ao perdão e ao reencontro verdadeiro com Deus, tal como aconteceu com o fariseu. Diz São João Crisóstomo: “Mais que o próprio pecado, o que irrita e ofende a Deus é que os pecadores não sintam dor alguma dos seus pecados”. E não pode haver dor se nos desculpamos das nossas fraquezas. Pelo contrário, façamos um sincero e profundo exame de consciência, sem nos limitarmos a aceitar genericamente que somos pecadores. “Não podemos ficar na superfície do mal; é preciso chegar à sua raiz, às causas, à verdade mais profunda da consciência” (Cardeal Wojtyla). Jesus conhece bem o nosso coração e deseja limpá-lo e purificá-lo.

Peçamos ao Senhor a graça da virtude da sinceridade! A sinceridade é salvadora! A verdade vos fará livres, disse Jesus. O engano, a simulação e a mentira, pelo contrário, levam à separação do Senhor e à esterilidade nos frutos da caridade.

A raiz da falta de sinceridade é a soberba. Esta impede o homem de submeter-se a Deus, de saber o que Ele lhe pede, e torna-lhe ainda mais difícil reconhecer que atuou mal e retificar. Chega-se à cegueira espiritual. Necessitamos de uma atitude humilde, como a da mulher pecadora, para crescermos no conhecimento próprio com a sinceridade e assim confessarmos os nossos pecados.

A humildade permite-nos ver a grande dívida que temos com o Senhor e sentir a radicalidade da nossa insuficiência pessoal, levando-nos a pedir perdão a Deus muitas vezes ao dia pelas coisas que não vão bem na nossa vida. Se formos sinceros conosco próprios não seremos juízes dos defeitos daqueles com quem convivemos!

A caridade e a humildade ensinam-nos a ver nas faltas e pecados dos outros a nossa própria condição fraca e desvalida, e ajudam-nos a unir-nos de coração à dor de todo o pecador que se arrepende, porque também nós cairíamos em faltas iguais ou piores se a misericórdia de Deus não nos sustentasse.

Peçamos à Virgem Maria que alcance de Deus, para nós, as virtudes da humildade e da sinceridade!
Mons. José Maria Pereira

Fonte: http://www.rccfortaleza.org.br

Bento XVI deixou "uma mina de ensinamento", afirma Arcebispo boliviano

Papa emérito Bento XVI
 
- O Arcebispo Coadjutor de Santa Cruz da Serra (Bolívia), Dom Sergio Gualberti, presidiu a Missa de Ação de Graças pelo Pontificado de Bento XVI, onde destacou que ele deixou "uma mina de ensinamentos que iluminará o caminhar de nossa Igreja".
Junto aos bispos auxiliares, o Prelado boliviano assinalou que durante seu pontificado, Bento XVI deu prioridade ao anúncio da Palavra de Deus, tal como reflete o incalculável número de discursos e mensagens dados, suas palavras antes do Ângelus Dominical, suas três encíclicas, quatro exortações e cartas apostólicas.
Conforme informou à página Web Iglesiaviva.net, Dom Gualberti destacou do Papa Emérito sua simplicidade, humildade, sinceridade, profunda oração e consciência reta. Bento XVI, afirmou, cumpriu sua missão como autêntico servo dos servos de Deus.
Nesse sentido, recordou sua preocupação pelos pobres, tal como o expressou em sua visita ao Brasil. Naquela ocasião reiterou que a opção preferencial pelos pobres está implícita na fé cristológica, naquele Deus que se fez pobre por nós para enriquecer-nos com sua pobreza, estamos chamados a contemplar nos rostos sofredores dos irmãos o rosto de Cristo que nos chama a servi-lo neles.
Por isso, Dom Gualberti pediu não especular sobre o motivo da renúncia do Bento XVI.
"Não se pode entender tantas vozes que por ignorância especularam a respeito da renúncia do Papa e injustificadas desconfianças de sua palavra, infelizmente há vários leigos que sem perceber prestam atenção a essas vozes e não falta algum deles que fala do Papa e da Igreja com aversão como se eles não fossem parte da Igreja", expressou.
O Arcebispo Coadjutor de Santa Cruz pediu aos fiéis orar pelo Papa Emérito, pelo Cardeal Julio Terrazas e outros cardeais que participarão do Conclave.

Fonte: http://www.acidigital.com

4 de março de 2013

Em busca de Deus

Imagem de Destaque O desafio de atravessar os desertos espirituais
Há momentos na vida que tudo está perfeitamente bom; outros momentos apresentam-se nebulosos. Quando menos esperamos, as tempestades chegam. O vento forte parece arrancar-nos da segurança que, antes, havíamos experimentado, mas basta uma linda manhã com céu azul para percebermos que a tempestade se foi e deixou atrás de si um grande trabalho de reconstrução.

Nossa vida espiritual passa por esse mesmo processo. Há momentos em que conseguimos fazer uma linda experiência com o amor de Deus. Oramos e sentimos a presença d'Ele ao nosso lado em muitos momentos de nossa caminhada espiritual. Contudo, há momentos em nossa vida de oração que o Senhor parece estar longe de nossa presença.

No campo da espiritualidade, chamamos esses momentos de “deserto espiritual”. Caminhamos sob o sol escaldante da incerteza e buscamos um Oásis que nos sacie com a Água da Vida, e assim nos devolva a certeza de antes, a qual havíamos perdido.

Nossa vida espiritual e de oração não são estáveis, ao contrário, são instáveis. Poderíamos compará-las a um gráfico com altos e baixos. Há momentos em que tudo está perfeito e sentimos Deus com todo o nosso ser. Em outras ocasiões, não conseguimos perceber Deus ao nosso lado.

Quando muitas pessoas entram no processo de enfrentar, na vida de fé, um deserto espiritual, se desesperam. Não conseguem compreender que a vida de oração é um caminhar constante. Somos eternos peregrinos em busca de Deus.

Olhando sob outra perspectiva, os desertos espirituais são importantes para nossa vida de oração. Se os nossos momentos de oração fossem estáveis, correríamos o risco de nos acostumarmos e entrarmos no comodismo espiritual; e então a monotonia tomaria conta do nosso ser. Mas quando surge na vida um momento de aridez, tomamos consciência de que as dificuldades são necessárias para o nosso crescimento humano e espiritual. E assim somos obrigados a nos desinstalarmos e sairmos em peregrinação à busca d’Aquele que pode saciar todas as nossas mais profundas sedes.

Quem enfrenta um deserto espiritual terá de caminhar em busca do oásis, no qual se encontra o próprio Deus. Encontrando-O, redescobriremos a alegria do encontro. No entanto, há muitas pessoas que desanimam na travessia dos desertos espirituais da vida e estacionam no meio da caminhada. Uma vez estacionadas, perdem o ânimo e não conseguem chegar à Fonte da Vida. Perdem-se em si mesmas e em seus próprios medos.

Na vida de oração, não fazemos a experiência de Deus somente nos momentos bons. O Senhor também se mostra presente mesmo quando não sentimos Sua presença conosco. Na travessia do deserto, é o próprio Deus quem caminha ao nosso lado, segurando em nossa mão e dizendo ao nosso coração: “Não tenha medo, pois eu estou com você. Não precisa olhar com desconfiança, pois eu sou o seu Deus. Eu fortaleço você, eu o ajudo e o sustento com minha direita vitoriosa” (Is 41,10). 


Fonte: http://www.cancaonova.com

Você é o visitante n.º