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4 de março de 2012

Milagre: cura em Lourdes não tem explicação científica

Arquivo(Daniela Castelli, curada de um câncer em fase terminal, diante da gruta de N. Sra. de Lourdes.)

 – Uma cura que é impossível “explicar cientificamente”. A notícia foi transmitida ao bispo de Pavia, cidade italiana da região da Lombardia, dom Giovanni Giudici, pelo bispo de Lourdes, França, dom Jacques Perrier, e publicada ontem no jornal semanal diocesano “Il Ticino”.
A cura é a de Daniela Castelli, hoje com 66 anos de Bereguardo (província de Pavia), que ficou gravemente doente em 1981. Depois de oito anos de sofrimento os médicos não lhe deram muitos meses de vida, e em 1989 foi até Lourdes com o marido em última romaria antes da morte. Mas aqui a doença, improvisamente desapareceu e, depois de vinte anos de exames e pesquisas do Bureau Medical di Lourdes, chegou a notícia oficial.
“Uma notícia que traz grande alegria”, escreve o bispo da Diocese, anunciando pelo jornal semanal “a convocação de uma assembléia de oração mariana no próximo dia 04 de maio” na Gruta de Lourdes de Zelata, “lugar particularmente indicado para a oração de ação de graças”. “Estes fatos – escreve dom Giudici – são um presente para todos os crentes. A graça interior e exterior que marcou a vida de uma nossa irmã nos renova na certeza da cura que o Pai sempre nos dá”.
“A minha doença foi uma linda história de amor com Jesus. Naqueles oito anos vivi momentos de intimidade com Ele que acredito só se podem experimentar só quando se está realmente mal. Por isso nunca perdi a alegria no coração”. Palavra de Danila Castelli, que conta sua história no semanal diocesano. “Toda vez que vou a Lourdes – explico – digo que volto a casa. Sinto esta sensação profunda de estar em mina casa. Antes ia como doente e hoje como voluntária acompanhando outros doentes e isto me ajuda a entender real e profundamente a alma do doente. Passei por tudo durante oito anos de doença, a humilhação de depender em tudo dos outros.
Por isso hoje quando um doente se envergonha por sua situação eu simplesmente lhe digo ‘Aconteceu também comigo e não se preocupe’. E me vejo nele”. Castelli conta das romarias à Gruta desde 1983, “dois anos depois do início da doença”, o desejo de ir com o marido – “em 1987 em Lurdes tinha pedido como presente a Nossa Senhora para convencer meu marido a me acompanhar pelo menos uma vez, depois poderia morrer serenamente” – a romaria de 1989. Nesta peregrinação deu-se a cura e iniciou “o processo junto ao Bureau Medical”. “Vinte anos de exames e pesquisa que não pareciam acabar”, até chegar, agora, ao reoconhecimento oficial. 

Fonte: http://www.domtotal.com/

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