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30 de junho de 2012

5 mil pessoas marcharam pela vida defendendo a aprovação do Estatuto do Nascituro

BRASILIA, 28 Jun. 12 / 10:10 am (ACI/EWTN Noticias)

Segundo as notícias aparecidas no site do Movimento Brasil Sem Aborto, cerca de 5 mil pessoas, participaram da 5ª edição da Marcha Nacional pela Vida, em Brasília. O Movimento Nacional da Cidadania pela Vida Brasil Sem Aborto liderou a mobilização que ocupou uma das faixas do Eixo Monumental durante três horas.

A Marcha foi notícia também no conhecido portal Terra, no qual informou-se que “a 5ª Marcha Nacional da Cidadania pela Vida, realizada na tarde desta terça-feira,26, na Esplanada dos Ministérios, protestou contra o aborto e defendeu a aprovação do Projeto de Lei 478/2007, conhecido como Estatuto do Nascituro.”

No ato estava presente o ex-deputado Luiz Bassuma, expulso do PT por suas posturas pró-vida,  quem afirmou em declarações reunidas pelo Portal Terra que a Constituição Brasileira defende a vida, mas não determina em que momento ela começa.
O Estatuto do Nascituro resolveria esse problema, pois defende a vida desde o momento da concepção.

“Para Bassuma, ainda há questionamentos sobre a legalização do aborto por causa de grupos internacionais que, baseados na ideia de controle de natalidade, levam setores brasileiros, como algumas organizações feministas, a apoiar os métodos abortivos”, afirma a nota exibida no Portal Terra.

Para Jaime Ferreira, vice-presidente nacional da ONG Brasil Sem Aborto, no caso do aborto despenalizado em caso de estupro, as mulheres que sofrem esta agressam precisam entender que não são obrigadas a abortar. Ferreira também diz que o argumento de que cada mulher é dona de seu corpo não pode excluir a opção de manter a gravidez. "Eu acho que a mulher tem direito ao seu próprio corpo. Só não acho que ela tem direito ao corpo do outro, que ela carrega dentro de si", disse ao Portal Terra.

O Projeto de Lei 478/2007 continua em tramitação na Câmara dos Deputados. Ele está na Comissão de Finanças e Tributação e depois segue para a Comissão de Constituição e Justiça.

Fonte: http://www.acidigital.com

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